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fevereiro 16, 2009

[Texto enviado por Cláudia Motta]

O que acontece quando com conhecemos um homem que é bonito, educado, cavalheiro, cheio de boas intenções, culto e disposto a nos agradar? Parece o príncipe encantado não é? Só falta mesmo o cavalo branco (risos). Pois é conheço um homem assim, e ai começamos um jogo de sedução, porque ele é muito bom nesse jogo, gosta de brincar com palavras e situações, normalmente é muito bem humorado e consegue me fazer rir, atributo para mim fundamental em um homem.

Veio o convite para jantar, claro que aceitei, quando chegou me disse que como a algum tempo eu havia comentado que gostava de comida francesa, havia feito uma reserva em restaurante muito chique, na hora pensei: - Uau, homem que não esquece o que dissemos a “algum tempo” é mesmo um sonho de consumo rs

O jantar foi perfeito, nessa noite ele aproveitou para me dizer que gostava de mim há muito tempo, que só não havia me falado antes por falta de coragem ou oportunidade, mas agora quem sabe por conta do vinho que havíamos tomado, teve coragem para falar.

Ponto para ele de novo, saber esperar a hora é um dom que a maioria dos homens não tem, vão logo “entrando de sola” e ai estragam tudo. Como toda mulher fiz de conta que não havia percebido que ele gostava de mim e claro falei a frase clássica:

- Olha, fico lisonjeada em saber disso, mas sinceramente não posso no momento te falar nada, porque você me pegou de surpresa.

- Eu não esperava uma resposta sua agora, só que precisava ser sincero com você e dizer o que sinto. Mas não pense que estou cobrando de você uma resposta.

Adorei aquilo, podia até ser mentira, mas imaginar que ele estivesse de fato preocupado que eu não o entendesse mal e não me pressionar era muito bom.

No caderninho da minha imaginação ele marcou mais um ponto. A noite terminou com ele me deixando em casa, aguardou com o carro parado até que eu entrasse, olhei para trás e ele sorriu e me jogou um beijo, mentalmente anotei mais um ponto.

Mas a maior surpresa foi no dia seguinte quando o interfone tocou e o porteiro avisou que havia um encomenda para mim. Fui buscar e era um belo bouquê de flores acompanhado de um cartão que dizia simplesmente isso:

- Obrigado pela noite maravilhosa!

Nossa! Pensei, isso é que é um cavalheiro, porque nós simplesmente jantamos e não aconteceu mais nada, nem um beijo ardente (risos) Naquela hora percebi que ele era mesmo muito bom no jogo de sedução e eu não resisto a esse jogo, aliás, que mulher resiste?

Mais tarde me telefonou perguntando se eu havia gostado das flores, porque na dúvida me mandou rosas, mas que se eu gostasse de outra flor era só me dizer que da próxima vez mandaria a que fosse da minha preferência.

Comecei a pensar que ele não existia, não era possível um homem assim tão perfeito, marcou mais uns 100 pontos naquela hora!
Durante a semana não nos falamos, quer dizer até nos falamos, mas só profissionalmente e ele educadamente não tocou mais no assunto, nem cobrou uma resposta minha.

Na sexta-feira veio um novo convite, só que dessa vez a escolha do restaurante seria minha, novamente jantamos e ele me contou sobre a sua ex-mulher que morava em Boston com os filhos de quem ele sentia muitas saudades, disse que não estava disposto a se envolver só por causa de sexo que isso era fácil, mas sentia a necessidade de poder compartilhar mais coisas de sua vida e que por isso se encantava comigo, no fala dele eu era inteligente, sensível, culta e muito bem humorada, atributos que ele apreciava acima de tudo, além é claro de sentir uma imensa atração física por mim.

Depois de ouvir todos esses elogios e de ter o ego absurdamente massageado minha resistência é claro que cedeu o suficiente para um longo beijo. Bela surpresa novamente, ele beijava muito bem. Mas como eu também o conheço há muito tempo não quis precipitar nada sem ter certeza do que estava fazendo, porque sempre senti por ele um carinho muito grande e não queria magoá-lo.

Esse nosso jogo durou mais algum tempo até que decidi que era chegada a hora de saber como ele era na cama, e meio sem pensar muito marcamos um encontro e saímos sem rumo certo, estava esperando que ele me levasse a um motel, mas de repente ele entrou num drive-in eu fiquei surpresa, mas depois ele me explicou que agiu por impulso, estávamos passando na frente de um e ele não aguentava mais esperar. Gostei da ousadia e do ineditismo da atitude, me senti adolescente outra vez.

Começamos a nos acariciar, a nos beijar e aos poucos ele foi tirando minhas roupas, sentia que ele me excitava, a visão de seu corpo me agradava, tem um belo corpo, mas ai aconteceu algo inesperado, quando ele me penetrou com alguma dificuldade percebi que algo naquela química estava errado, não sabia o que era, mas simplesmente não rolava, de minha parte não rolava porque ele gozou até rápido demais (risos). Bom nem precisa dizer que ele ficou muito sem graça por não ter conseguido que eu gozasse e por ter gozado tão rápido.

Depois me disse que a expectativa dele era tão grande e que por isso aconteceu aquilo, eu fiquei pensando que ele podia ter razão e quem sabe o melhor seria dar uma nova chance.

Resolvemos deixar passar um tempo para depois tentarmos novamente, sem forçar nada, simplesmente deixar acontecer e ai um dia ele me convidou para almoçar em sua casa, fez questão de fazer o almoço, estava delicioso e depois conversa vai conversa vem quando vimos estávamos na cama ele acariciava meus seios enquanto beijava meu pescoço, o contato das suas mãos era muito gostoso, ele tem mãos suaves, macias e bonitas, fetiche meu, adoro homens com mãos bonitas. Eu deslizava as mãos pelo seu peito e descia suavemente até segurar seu pau duro e começar a massagear suavemente, simplesmente acompanhava a intensidade que ele empregava aos movimentos, senti seu pau encostado em meu sexo era uma sensação gostosa, mas percebia que ainda não havia ficado tão lubrificada como gostaria, ele delicadamente me deitou na cama e continuou a me beijar, beijo gostoso quente, sentia suas mãos deslizando dos meus seios até minha barriga e percebi naquela hora que ele queria mesmo era fazer um 69, mas não disse nada fiquei esperando para ver o que ele iria fazer, muita sacanagem minha eu até admito, mas estava curiosa para ver até que ponto ele era ousado. Mas percebi que ele não iria tomar a iniciativa e ai resolvi facilitar as coisas.

Quando ele começou a me chupar eu falei:

- Deixa que eu retribua.

Ele deitou e eu me posicionei sobre ele, sentia seu pau duro em minha boca, deslizei a língua por toda a extensão, sugando devagar e ele passava a sua língua em meu sexo delicadamente, de repente ele disse:

- Para, se não eu vou gozar!

Sai de cima dele e ficamos na clássica posição “papai e mamãe” ai ele me penetrou de uma só vez, e novamente não consegui gozar, foi bom, mas não intenso, ele gozou e depois ficamos deitados sem falar por um tempo, não queria magoá-lo, ele claro,percebeu que eu não havia “chegado lá”.

Beijei delicadamente seu rosto, me levantei e fui ao banheiro, quando voltei ele falou:

- Sabe se eu fumasse acenderia agora um cigarro, mas na verdade seria para aliviar um sentimento de frustração. Não foi bom para você não é?

Pergunta difícil de responder quando se sente carinho pelo outro, mas não dava para mentir e não teria sentido fazer isso, naquela hora fiquei procurando as palavras mais delicadas para dizer, mas quais palavras? Normalmente sou muito boa com palavras, só que dessa vez não encontrava, como amenizar para ele o sentimento de frustração que ele sentia? Como dizer que não havia sido bom de novo?

- Olha, penso que quem sabe nós devêssemos ir mais devagar, e se for para acontecer acontece e pronto.

- Acontece como? Você não imagina como estou me sentindo mal com isso!

Procurava desesperadamente achar uma “saída honrosa” para ele e falei:

- O que quero dizer é que quem sabe você esteja tão preocupado em me satisfazer que simplesmente “trave”.

Percebi que ele ficou mais calmo com que eu havia dito e respondeu:

- Pode ser isso mesmo. Muita expectativa costuma ser ruim. Ainda em que você entende.

Sorri aliviada por ter conseguido deixá-lo menos mal, mas sabia que o problema não era esse, mas como fazê-lo entender que simplesmente não havia de minha parte aquela química perfeita que quando ocorre não tem jeito o resultado é mesmo um puta tesão e uma foda inesquecível?

Para aliviar o clima sorri e falei:

- Anote no seu caderninho essa dívida.

- Pode deixar que eu anoto. Mas você promete me cobrar?

- Cobro sim, mas por enquanto aceito o pagamento em um belo almoço ou jantar. Não hoje, tenho que ir embora.

Levantei e enquanto nos vestíamos ele me segurou pelo braço, segurou meu rosto com delicadeza e falou:

- Obrigado por não mentir para mim, é chato mais seria pior se você fingisse um orgasmo.

- Eu não faria isso com você, acho uma puta sacanagem fazer isso.

Olhei para os seus lindos olhos azuis e vi o quanto ele estava emocionado. Perguntei:

- O que foi?

Ele me abraçou com força e falou ao meu ouvido:

- Cuidado! Desse jeito vou me apaixonar por você e não sei se é isso que você quer.

Achei melhor não responder nada porque sabia que esse era para ele uma questão muito importante e de novo ele estava sendo apressado, simplesmente falei:

- Olha, vamos dar tempo ao tempo e ver o que acontece, sem projetar muito o futuro, amanhã quem sabe tudo mude.

Pois é, depois disso continuamos a nos encontrar profissionalmente, até viajamos e na verdade tentamos mais uma vez e nada mudou, o que me faz pensar que sexo é mesmo uma “questão de pele” e existem pessoas que por mais que tenhamos carinho por elas e gostemos se sua companhia decididamente devem ficar na categoria de amigo, sem sexo tudo fica ótimo. O problema é quando a outra pessoa, no caso ele, se recusa a entender isso e ai fica o dilema: Como continuar a amizade quando para ele se transformou em uma questão de honra me satisfazer sexualmente? E por mais que eu explique que nesse caso não há “culpa” nem de um, nem de outro, simplesmente não existe afinidade sexual ele não entende. Mas como sou persistente e acho que a amizade dele vale a pena vou continuar tentando fazer com que ele entenda.

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